5 etapas de Migração de dados – Mais segurança em todo o processo

Uma migração de dados bem sucedida depende de um bom planejamento e execução de cada etapa. Mesmo que a empresa já possua as suas necessidades quanto aos dados e informações da sua rotina corporativa ou queira adquirir uma solução de TI que seja mais satisfatória, é preciso ter cautela na escolha da nova solução e na previsão das ações que precisam ser executadas. Afinal, o sistema legado de sua empresa pode estar obsoleto ou com falhas bastante insatisfatórias, mas isso não quer dizer que as suas informações sejam irrelevantes.

A migração de dados é um processo cheio de detalhes e requer conhecimentos especializados. Investir em soluções que coloquem a sua empresa em perspectiva no mercado é uma necessidade. Ao contratar uma solução mais moderna e ágil, que ofereça um processo de migração seguro e assertivo, quer dizer que o seu negócio necessita destas informações do sistema legado, e é preciso tratá-las da melhor maneira possível.

Em suma, o processo de migração de dados para esta nova solução se encerra em cinco etapas, que vamos abordar em seguida.

1) Planejamento de etapas da migração de dados

Na busca por inovação e por soluções que ofereçam uma experiência mais gratificante no tratamento de dados corporativos, a migração de dados se tornou uma tarefa importante para os gestores. Não se trata de um procedimento qualquer.

A primeira etapa é realizar um levantamento da necessidade do seu negócio. É preciso saber quais dados devem ser migrados, para onde devem ser migrados e como serão distribuídos – e isso tem muito a ver com as característica próprias de cada empresa. A migração e distribuição de dados é um processo altamente customizável.

É o plano de ação propriamente dito. O planejamento é realizado após o levantamento das informações sobre o negócio e sobre as reais necessidades da empresa. É necessário ainda saber de onde vêm estes dados. Nesta “anamnese” é preciso apontar quais os recursos serão necessários – todos eles, inclusive o fator tempo, que é algo muito importante neste processo.

O gestor precisa compreender que o processo de migração de dados deve ser incluso no planejamento do projeto de desenvolvimento e, mesmo que haja soluções que possam reduzir os custos e o tempo necessário, como é o caso do ETL K2VIEW, distribuído pela KalTI – a única ferramenta a adotar o conceito de Logical Unit (veja mais neste link) – trata-se de um processo que exige tempo e não é uma tarefa trivial.

Só se pode chegar a resultados satisfatórios quando sabemos o que fazer, como fazer, os objetivos e resultados esperados e quais os recursos disponíveis ou necessários. E o planejamento é a etapa mais importante, pois desenha todas as demais etapas do processo. Além disso, define a estratégia da migração de dados.

2) Documentação, roteirização e mapeamento de dados

Após o planejamento, há etapas seguintes que envolvem a análise do desenvolvimento a ser empreendido, como documentação, deixando bem claro o que será migrado, o que não será migrado e, se aplicável às condições de migração de dados.

Há ainda a roteirização, que é a etapa de ação da migração de dados – também chamada de walkthrough. É a etapa do mapeamento de dados e do desenvolvimento da migração. Como a migração de dados é um processo personalizável, pode ter muitas etapas e é preciso seguir um roteiro por segurança.

Nesta fase, há a definição mais específica nas estratégias que estão sendo implementadas e que serão executadas na sequência, por exemplo:

  • Definição do escopo da migração.
  • Definição de como será executado o processo (big-bang, faseado, paralelo, etc.).
  • Indicação das tecnologias envolvidas nas fontes de dados de origem e destino.
  • Indicação das tecnologias e metodologias aplicadas ao processo de migração.
  • Identificação de riscos associados.
  • Auxílio da área de negócios da empresa para a identificação de gaps.
  • Kick-off.
  • Entre outros detalhes.

3) Escolha de ferramentas eficazes e definição de responsabilidades

Há ainda o uso de ferramentas – como é o caso do ETL K2VIEW, distribuído pela KalTI. Adotar metodologias e recursos que evitem erros e problemas técnicos durante o processo de migração de dados é algo essencial. Por isso, é uma prioridade optar por processos que mantenham a integridade dos dados, focadas em gravar apenas o que não foi gravado e desfazer o que precisa ser desfeito. Para isso, deve-se contar com uma equipe de profissionais especialistas e tecnologias que sejam capazes de assegurar esta rotina é essencial.

4) Implementação e desenvolvimento

A etapa de implementação envolve o design do escopo a partir das informações definidas nas fases anteriores. Após identificar os requisitos necessários para a execução da migração, mapeamentos entre as fontes de dados de origem e destino e as transformações necessárias para que a migração ocorra, é importante também definir os requisitos (de segurança, retenção de dados, linguagem, etc.) para o escopo do processo. A etapa do desenvolvimento refere-se à construção da solução, ao processo propriamente dito, com o uso da ferramenta.

5) Testes de dados e revisão

A etapa seguinte são os testes de migração de dados. Há uma boa variedade de práticas que atendem a esta etapa e variam conforme o projeto de migração, podendo ser usadas diferentes abordagens para o cumprimento dos resultados – como low volume test, full volume test e dress rehearsal são exemplos de testes de migração de dados. Por fim, vale a pena fazer um plano roll-out, onde todo o processo e ações necessárias para a execução da migração sejam detalhadas e especificadas.

Veja também: a poderosa Solução de Gerenciamento de dados Fabric K2View/KalTi

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